13 de janeiro de 2015

Dicas de etiqueta (e sobrevivência!) a bordo

Conviver com centenas de estranhos dentro de um bichão destes por horas não é fácil!
Imagine a cena.

Seu direito de ir e vir está restringido. Você está confinado num espaço relativamente pequeno, com uma centena de estanhos, cada um com um hábitos e necessidades diferentes.


A comida, por melhor que seja, está longe de ser a de um bom restaurante, quanto menos a da sua casa. São só duas opções chicken or pasta. Três na verdade, afinal você pode iniciar uma greve de forme protestando por exemplo por mais espaço, mas duvido que funcione!

Dormir? Difícil, hein! A poltrona apertada está longe de parecer o sofá de casa. E sua cama não passa de um sonho distante.

Silêncio? Não existe!

Diante deste cenário tudo que você quer é que o tempo passe rápido.

Pense bem, guardadas as devidas proporções, isto não poderia ser uma prisão ou algo do gênero?

Mas não, é só uma viagem de avião.
Já chegamos? Falta muito? E agora já chegamos?
Acho que deveriam proibir estes mapas ou distribuir ansiolíticos a bordo.
A menos que você faça parte espécie que só viaja de primeira classe – coisa rara hoje em dia - certamente você já passou por algumas das situações abaixo descritas.

Por mais que eu goste de viajar de avião, não dá para negar que existem certos incômodos. Verdade que alguns são inerentes à circunstância e portanto imutáveis, mas outros tantos são causados por nossos companheiros de “prisão”.

Estou falando dos passageiros inconvenientes.

Depois de passar algumas situações e descobrir este perfil “Passanger Shaming” do Instagram e o site Rants of a Sassy Stew que mostram coisas surreais que o povo faz dentro de um avião, resolvi listar algumas situações e tipos de passageiros inconvenientes.

Avião não é bar nem balada. Ok, você pode até estar precisando relaxar um pouco durante o voo, mas avião não é bar, comissária de voo não é garçonete, e o comandante não é “chefia, amigão, camarada”.
Não é porque está incluso no preço que você pode abusar.
Talvez um dos piores tipos de passageiros seja o frequent-drunk-flyer, aquele que acumula goles a cada milha voada. Não tem nada pior do que viajar ao lado de um destes.

Mas não é só a bordo que a turma exagera. Já tivemos oportunidade de ver um sujeito tão bêbado na sala de embarque de Guarulhos que ele mal ficava em pé. A certa altura ele já estava tão alto que passou a servir a galera em volta com copos de plástico devidamente providenciados nas lanchonetes. Beber sozinho não dá, né!

Simplesmente um esquenta na sala de embarque.

Rezei forte para ele sentar bem longe da gente, talvez até no compartimento de bagagens!

Ainda na linha de que avião não é mesa de bar, vai mais uma. Se os comissários apagaram as luzes da cabine durante o voo de cruzeiro é porque, muitíssimo, mas muitíssimo provavelmente mesmo, ou melhor, com certeza, a maioria dos passageiros queira dormir. Sabe aquela coisa de que a maioria vence?

Então, se você não dorme; simplesmente quer brincar de zumbi no dia seguinte; ou acha melhor passar um voo noturno inteiro discutindo a relação; comentando com estranhos como foram as férias ou quais foram as compras no outlet (ou mais provavelmente neste caso, discutindo teses de como driblar a alfândega), converse num tom razoável.

Ninguém precisa ficar ouvindo sua conversa.

Lembro até hoje de um casal que foi de São Paulo até África do Sul numa DR interminável. Nível terapia de casal. Desesperado e sabendo que ainda faltavam umas 13 horas até a Austrália, corri para comprar um noise-cancelling. Pena que ele não era blá-blá-blá cancelling!!!

Fones de ouvido são para uso individual. Se o avião inteiro precisasse saber o que você está ouvindo te dariam uma caixa de som com double surround! Se a empresa lhe dá um fone, use-o! Já voei ao lado de um sujeito que resolveu assistir toda a série Rambo sem fone noite no seu notebook!

Cada um no seu quadrado. Se você comprou aquele assento, ele é seu! Mas saiba que ele termina onde começa o do outro. Regrinha simples né? #SQN!
Créditos: Passenger Shaming.
Por mais que você queira mais espaço, não invada o alheio.

Talvez o melhor causo que tenha ouvido tenha sido o de uma família que conheço (não revelo a fonte!!!). Como eles viajam em quatro pessoas, um casal e duas crianças, invariavelmente o marido viaja separado, sentado junto de estranhos.

Ele contou que certa vez sentou-se numa fileira de três assentos; uma senhora e sua filha adolescente e ele. Durante a noite, certa altura do voo, ele nota algo no seu ombro. A garota resolveu simplesmente apoiar a cabeça no ombro dele para dormir. Imagina o mico!

E os pés (às vezes com chulé) no apoio de braço dos outros? É gente, isto acontece. Dê uma volta por um avião durante a noite enquanto todos estiverem dormindo e vocês verão alguns gatunos que ao apagar das luzes simplesmente colocam seus pés nos apoios de braço da poltrona à frente. Pronto, agora é você, e seu companheiro de viagem, um roquefort, viajando juntos.

Não existe poltrona com bom espaço para as pernas na econômica. Fato! Tenho 1,83m e sei como é sofrida a vida de sardinha em lata. Mas daí para esticar as pernas no corredor ou para cima da poltrona alheia é outra estória.

Já cansei de andar pelo avião tendo que pular perna no meio do caminho. Depois o sujeito é atropelado pelo carrinho da comissária e vai reclamar!

Lembro que quando voamos pela South African Airlines, uma das coisas que era dita pelas comissárias durante o voo é que era proibido deitar nos corredores. Se elas falam é porque alguns fazem! Olha, do jeito que a coisa anda, não vai demorar muito para esta moda pegar.

É o povo que não querendo a trinca travesseiro-coberta-fone, simplesmente despacha tudo para a poltrona ao lado antes que o vizinho chegue? Não quer? Coloque no compartimento de bagagem.

Pesquisas recentes apontaram que o comportamento mais irritante a bordo é o daquele passageiro conhecido seat-kicker, ou seja, aquele que por mania ou impaciência fica chutando a poltrona da frente. Está ansioso? Tome um remedinho ou se distraia com algo melhor do que chutar o meu assento senão chuto o seu traseiro (pronto, falei!).

E as guerras silenciosas pela hegemonia do apoio de braço? Não há diplomacia que resolva.

Você tenta colocar o cotovelo na beirada do apoio de braço, para dividir o espaço com seu vizinho. Mas este, em movimentos dignos de uma partida de WAR, vai literalmente conquistando o território até que você seja procure asilo no seu próprio colo.

Pronto, o desconhecido ao lado com o qual você acabou de trocar um diplomático hello antes da decolagem tornou-se pior inimigo e você já pensa em criar um incidente internacional.

O mesmo vale para aqueles que literalmente sentam com as pernas tão abertas que ficam roçando joelho contigo. Certa fez, diante de uma situação destas, e após o sujeito não se tocar, dei um chute na canela enquanto o ele dormia. Preciso dizer o pulo que ele deu? Claro que imediatamente após pedi desculpa na maior cara-de-pau, mas pelo menos ele passou a ocupar o seu quadradinho!

Não aguenta carregar, despache! Cena típica de um voo qualquer vindo dos EUA para o Brasil, especialmente a partir de Miami, Orlando ou Nova York. Você chega no seu assento e ao abrir o compartimento de bagagem acima que supostamente seria de seu uso e dos demais passageiros daquela fileira, e tarã!... Surpresa! Já está cheio.
Tem coisa que simplesmente não se deve levar a bordo. Despache!
Nada mais tipicamente brasileiro do que comprar mais do que pode carregar e achar que o compartimento é só seu.

E experimente tentar mexer na bagagem para acomodar a sua. Por mais cauteloso que você seja alguém vai rosnar ou perguntar: “Não tá vendo que está cheio?”.

É nestas horas que agradeço o fato dos talheres serem de plástico na econômica!!!

Vamos lançar uma campanha pelo compartilhamento do compartimento de bagagem? Com bom senso não falta espaço para ninguém.

E aqueles que não querem por nada no mundo colocar seus pertences lá em cima? Lembro que num voo recente da Swiss, uma comissária passou não menos que 5 minutos argumentando com uma senhora que se recusava a colocar a bolsa no compartimento. Tia, não pode viajar com uma bolsa grande no colo! Se acontece uma emergência, sua bolsa querida pode parar na cabeça de outro!

Ah, antes que me atirem pedras... Sempre que vamos à terra do Tio Sam a gente traz sim mais compras do que outras viagens, mas sempre despachamos aquilo que não vai caber no compartimento. Salvo instruções em contrário, a regra geral é de uma peça de 5kg e com no máximo 115cm (soma de altura, largura e comprimento).

Se você tem uma restrição alimentar avise previamente. Muita gente não sabe, mas praticamente todas as empresas oferecem um menu especial para quem tem restrições alimentares, tais como vegetarianos ou dietas restritivas por motivos religiosas (judeus, muçulmanos e outros).

A coisa é séria e tem gente que literalmente desconhecendo a regra, coloca-se numa situação de jejum indevida e que dependendo do período que pode gerar riscos à saúde.

Olhe só o que aconteceu com uma amiga minha e sua família.

Num voo noturno vindo dos EUA, uma adolescente desta família estava dormindo tranquilamente quando não mais que de repente acorda com um senhor caído em cima dela, duro, gelado, branco como uma cera e com os olhos estalados, praticamente uma estátua do Madame Tussauds.

Preciso dizer que ela acordou aos berros pensando que o senhor havia caído morto em cima dela?

O avião virou um pequeno caos com ele ali caído e ela que não parava de gritar. Imagine a cena.

Deitaram o ele no corredor e um passageiro que era médico veio em socorro. Após alguns minutos, quando já cogitavam desviar o avião, descobriram que o senhor estava vivo (ufa!) – será que a esta altura a garota já havia morrido do coração?

Depois, conversando com ele, entenderam o ocorrido. Como ele é judeu, ele não quis comer nada durante o voo porque não havia solicitado a refeição kosher, e acabou passando mal – e quase matando o avião inteiro de susto.

Fico imaginando o que os comissários devem ter de estórias deste tipo para contar.

Ah, viajar com crianças... Só alegria! Agora que sou pai, me sinto mais à vontade para falar algumas verdades.

Ok, criança não é robô que tem botão liga-desliga e entretê-los a bordo é uma arte.

Mas o assento do avião também não é pula-pula. O encosto do assento da frente não é para chutar ou socar. Ninguém precisa ouvir Galinha-Pintadinha até acabar a bateria do tablet. Corredor não é a sala de casa. Enfim, avião não é a casa da mãe Joana! Combinado?

Avião não é ônibus! Embora isto seja para lá de corriqueiro na ponte aérea Rio-SP, já tenho visto em alguns voos internacionais. É só o avião tocar o solo que já ecoa pelo avião o pla-pla-pla dos cintos sendo soltos. E pior, a aeronave ainda está taxiando rumo ao terminal, a galera já está de pé e tirando a bagagem do compartimento, e avisando a mãe pelo celular que já chegou – Pode colocar o frango e a farofa na mesa.

Sempre que vejo isto fico torcendo para o piloto dar uma freadinha para o sujeito sair voando. Se eu fosse piloto parava, abria a porta e mandava já o apressado descer. Momento humor negro.

Vale aqui citar um vídeo excelente gravado durante um voo da GOL, onde o piloto dá um pito muito educado e bem dado num passageiro – se é que dá para chamar de passageiro! Vejam, é muito bom:


E o povo aplaudindo o pouso? Ah que mico! Ou melhor, que King-Kong! Se vocês acham que isto ficou naquele Brasil dos anos 80/90, saibam que ainda é relativamente comum em alguns países, especialmente latinos. Quando voltamos do Chile pela LAN uns 2 meses atrás, presenciamos esta cena – voltei uns 25 anos no tempo.

Pessoal, não precisa. O piloto nem vai ouvir, ele está lá trancadinho na cabine fazendo o trabalho dele. Quer ser simpático e elogiar de verdade? Como é comum eles ficarem próximos à porta do avião no desembarque dando um tchau aos passageiros, emende o good-bye com um nice landing. Sorrisos de satisfação garantidos. Vai por mim, é bem mais chique e educado.

Você aperta com tanta força a tela do seu celular? A tela diante do seu assento e touch, ou seja basta um leve toque para acioná-la. Não precisar dar trancos nem porradas. Não é apertando com mais força que ela irá funcionar melhor ou mais rápido.
Jewels a bordo nas mãos erradas pode ser um perigo!
Já vi muita gente quase que martelando a tela ao jogar o bom e velho Tetris como se fosse um jogo de ação! Coitado de quem senta à frente que fica chacoalhando a cada cutucão!

O encosto alheio não é apoio. Vai esticar as pernas numa volta pelo avião? Que bom! Faz bem para a circulação e evita a trombose (sério!). Mas ao levantar-se lembre-se que o passageiro sentado à frente não precisa ser chacoalhado toda vez que você vai ao banheiro, por exemplo.
Oba, olha quanto lugar para se apoiar! #SQN!
Tem coisa pior do que você estar quase pegando no sono e ser acordado com aquele tranco no assento? Não amigo, não é turbulência. É só o passageiro de traz levantando!

O mesmo vale para aqueles que andam o avião de ponta a ponta apoiando-se nos encostos, chacoalhando todo mundo.

Reclinar ou não reclinar, eis a questão! Quem já viajou uns pares de vezes sabe que o problema envolvendo reclinar ou não as poltronas é bem mais antigo que a polêmica envolvendo o knee defender.
O espaço já não é lá aquelas coisas, e reclinar exige quase que um combinado com o avião inteiro.
Se você não conhece o dispositivo, sugiro uma leitura deste artigo da CNN. Para dar uma ideia rápida a respeito, trata-se de uma espécie de clipe que você insere entre a sua bandeja e o assento da frente, impedindo o passageiro que viaja à sua frente de reclinar a poltrona pela qual ele também pagou. Resumindo, filha da p#%@gem nível máximo!

A coisa já ficou tão séria nos EUA que até voo teve que ser desviado por conta da confusão a bordo. Pena que as empresas não se posicionaram formalmente a respeito, preferencialmente, proibindo-o.

Ainda na linha de reclinar a poltrona, o chicken or pasta pode não estar lá aquelas coisas, mas se você tiver que “saboreá-lo” num espaço ainda mais apertado porque o queridão da frente não quer levantar a poltrona, ai a coisa será mais indigesta ainda. Pessoal, se vocês gostam de espaço para comer, o amigão atrás também! Lembram daquela regrinha de fazer para os outros o que queriam que lhe fizessem? Então...

E para finalizar a questão, quem nunca ouviu algo assim: “Senhores passageiros, durante o pouso e decolagem, queiram manter o encosto de sua poltrona na posição vertical e a mesa recolhida e travada”.

Eu sei que pode parecer chatisse dos comissários, mas a verdade por trás desta simples solicitação está no fato de que se for necessário evacuar a aeronave em uma emergência, a poltrona reclinada e a mesa aberta irão dificultar e muito o procedimento.

Avião não é chiqueiro. Não sei quantos de vocês já se deram ao trabalho de olhar o estado em que fica um avião após um voo. Olha, um chiqueiro é mais limpo.
Banheiro limpinho né? Ajude a manter assim!
Não é porque vão limpar o avião após o pouso que você precisa jogar lixo no chão.

Ah, e isto não é só na econômica não. Passe pela executiva para ver o chiqueiro vip que alguns fazem por lá.

E o banheiro então? Tem uma galera que, pelo estado em que deixa o banheiro, parece que se esquece que pode precisar utilizá-lo novamente durante o voo. Pensar nos outros então... Fico com dó dos comissários que fazem a limpeza durante o voo – sim, você pode não perceber, mas eles fazem isso.

Já vi muito banheiro que mais parecia banheiro de estádio de futebol.

Pratique cordialidade e seja inteligente senão você dança. Não é porque você não conhece as pessoas ao seu redor que você precisa ser hostil.
Um avião cheio é um desafio à cordialidade.
Gingo não é inimigo e brazuca não é necessariamente amigo. Já tive algumas experiências interessantes e outras nem tanto com estranhos durante um voo.

Mesmo não sendo lá muito de tagarelar com estranhos, já conheci muita gente interessante durante um voo. Já aproveitei muito para praticar o meu inglês ou simplesmente conhecer um pouco do país alheio numa conversa com um gringo.

De outro lado, não é porque o sujeito é brasileiro como você que ele será simpático, mesmo quando ele precisa de ti.

Um exemplo rápido. Estávamos indo para a Turquia num 777 configurado para 3-3-3 poltronas. Infelizmente não fiz o check-in antecipado e eu e a Sra. Cumbicona ficamos na coluna do meio sentados um atrás do outro no corredor. Compartilhando os outros assentos conosco, uma família de brasileiros – um casal e duas crianças.

Vendo que eles estavam separados e que o sujeito queria trocar de assento para sentarem o mais junto possível, sugeri para ele que sentássemos a Sra. Cumbicona, eu e ele; e na outra fileira a esposa dele e as crianças. Bom para todo mundo, certo? Não! O mané queria que eu trocasse de lugar sabe lá com quem, arrumasse outro assento para que eles ficassem todos juntos porque as filhas não poderiam ficar no corredor.

Botei o meu mais simpático sorriso no rosto e disse para ele que ficaríamos como estávamos então. Dançou!

Outra situação num voo de Londres, numa mesma fileira de três estávamos eu a Sra. Cumbicona e uma adolescente; atrás duas amigas dela e um garoto que não fazia parte do grupo. Notando que elas iriam ficar falando alto a noite inteira, sugeri que trocássemos para que elas ficassem juntas. Pronto, resolvido, elas ficaram conversando numa boa e nós dormindo à frente.

Desceu do avião, vai pegar as malas na esteira? Aprenda, ficar colado nela não fará a sua mala vir mais rápido. O máximo que você conseguirá será dificultar que os outros vejam as suas próprias malas e se todo mundo fizer o mesmo, você nem terá espaço para sair dali com a sua mala pesada. Já reparou que existe uma linha amarela ali? Então...
Olhe onde o sujeito foi busca a mala dele!!!
Parece São Paulo, mas é Oslo, na Noruega!!! Acreditem.
Ah, e identifiquem suas malas para não ficar pegando mala alheia pensando que é sua.
Ufa, depois de tudo isso, ainda bem que baniram o fumo a bordo. Ainda criança, tive a oportunidade de voar em aviões em que segregavam fumantes e não fumantes, num primeiro passo do banimento completo do fumacê.

Diante de tanta falta daquela dupla educação/bom-senso, às vezes nem adianta chamar um atendente de voo para conter situações como as acima.

Se você pegar um atendente de voo mais correto (maioria!), muito provavelmente ele irá conversar com a pessoa, mas ai você corre o risco de viajar você, o estranho e um novo passageiro, a tromba dele!

Mas por outro lado você der o azar de pegar um atendente meio relapso, pode literalmente ouvir que ele não pode fazer nada a respeito. Sim, já ouvi relatos deste tipo de pessoas próximas em voos domésticos aqui no Brasil. Oras, que é a autoridade a bordo???

Olha, se mesmo diante de tudo isso a gente ainda faz uma tremenda festa quando vai viajar, é porque ama mesmo passear por ai, mas convenhamos, um pouquinho de bom senso faria esta experiência bem mais prazerosa.

E vocês? Já vivenciaram alguma situação engraçada ou constrangedora à bordo? Deixe seu comentário abaixo.




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2 comentários :

  1. E aquelas pessoas que se servem do anonimato para, mal o avião decola, liberar seus gases fétidos? Medonho isso.

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