Voos

Como é voar na executiva da Lufthansa

Se você está programando uma viagem para a Alemanha em grandes estilo, muito provavelmente esteja considerando voar na classe executiva da Lufthansa, uma das maiores empresas aéreas do mundo.

Mais do que uma das grandes e mais longevas empresas aéreas, ela é uma das poucas que ainda guarda aquela identidade com o país de origem.

Talvez eu já tenha contado isso aqui em algum lugar, mas sou do tempo em que a experiência de viagem, no sentido de interação com o país a ser visitado, começava na porta da aeronave.

Isso porque muitas das vezes ir para, por exemplo Paris era uma oportunidade de voar com a Air France, ou para o Japão, com a JAL (saudades de quando eles tinham um voo São Paulo – Tóquio com escala em NY!!!).

Confesso que ao sentar na poltrona e ouvir os comissários falando por exemplo italiano, eu me convencia que estava mesmo indo para a Itália.

Aeroporto de Berlim.

Fora isso ainda tinha a refeição, que invariavelmente tinha um toque mais regionalizado.

É… sensações que hoje nem sempre são possíveis diante de tantas fusões e aquisições entre as empresas aéreas. Isso para não falar naquelas que faliram ou simplesmente não operam mais no Brasil.

Mas enfim, o caso da Lufthansa certamente foge desta linha de “pasteurização” porque ela carrega consigo muito do orgulho e tradições alemãs.

A companhia aérea que carrega na cauda de suas aeronaves o icónico logótipo do grou (Kranich) completa ano que vem um século de história.

A Lufthansa, como a conhecemos hoje, tem as suas raízes na “Deutsche Luft Hansa A.G.”, fundada a 6 de janeiro de 1926 em Berlim. A nova empresa foi o resultado de uma fusão estratégica entre duas companhias aéreas rivais: a “Deutscher Aero Lloyd” e a “Junkers Luftverkehr”. 

Aliás aqui duas curiosidades. 

O nome “Luft Hansa” evocava a Liga Hanseática medieval, uma poderosa aliança de cidades comerciais alemãs, sugerindo desde o início uma ambição de conectar a Alemanha ao mundo.

Já seu símbolo, o grou (em alemão, Kranich) estilizado em voo, foi desenhado em 1918 por Otto Firle para uma predecessora, a Deutsche Luft-Reederei. A nova Luft Hansa adotou este logótipo, que se tornaria um dos mais reconhecidos e duradouros da história corporativa. 

Boeing 747-8 da Lufthansa em Guarulhos.

A ideia por trás da adoção do grou como logotipo vem do fato que é uma ave conhecida pelas suas longas migrações e voo elegante. Alguém duvida que ele acertou em cheio?!?!

Lendo sobre a história da Lufthansa, algo muito interessante me ficou claro: a característica de sempre explorar destinos distantes. Tanto que foi uma das pioneiras dentre as empresas europeias a fazer voos para Beijing ainda antes da década de 40, por exemplo.

Não é à toa que em 1970, a companhia foi um dos primeiros clientes do revolucionário Boeing 747, o “Jumbo Jet”, do qual falaremos mais a diante.

Outro ponto visionário da Lufthansa deu-se em 1997, quando juntamente com a United Airlines, Air Canada, SAS e Thai Airways, fundou a Star Alliance a primeira e maior aliança global de companhias aéreas. 

Isso permitiu que as companhias membros partilhassem rotas (codeshare), salas VIP e programas de passageiro frequente, oferecendo aos clientes uma rede global integrada e aumentando a sua competitividade. Nem preciso dizer o quanto isso redefiniu a indústria da aviação para o mundo integrado que viria na sequencia, né?

E enquanto algumas empresas foram se desfazendo (e eventualmente falindo), a Lufthansa seguir um caminho de expansão.

Para competir no mercado de low-cost, criou a Germanwings que mais tarde virou Eurowings e sobre a qual falaremos noutra oportunidade.

Eurowings é uma das várias empresas do grupo Lufthansa.

E como grupo, adquiriu ou integrou outras companhias aéreas europeias como por exemplo Swiss International Air Lines; Austrian Airlines; Brussels Airlines, e mais recentemente a ITA Airways (meio que a antiga Alitalia).

Rotas voadas com a Lufthansa

Antes de detalhar a experiência de voar business com a Lufthansa, queria de detalhar as rotas e voos realizados porque tive experiências bem distintas.

Nesta viagem, fiz ao todo três voos com a Lufthansa: São Paulo para Frankfurt (voo LH507 / 11h35hs de voo), de Berlim para Frankfurt (LH199/ 1h10hs de voo) e São Paulo para Frankfurt (voo LH 506 / 11h50hs de voo).

Sim, sei que pode parecer estranho fazer um voo tão curto, de apenas 1h10 entre Berlim e Frankfurt na business…

Mas são as regras da empresa 

Comprando a passagem

Embora eu não tenha tido a experiência completa de ir passo a passo na compra do bilhete no site da Lufthansa já que esta foi uma viagem à trabalho e todo o processo de compra feito pela empresa, vou aqui repassar algumas percepções que tive sobre o site da Lufthansa.

A primeira delas é a opção de Ofertas e Destinos a partir de um determinado ponto de partida, ou ainda escolhendo a rota completa.

O site da Lufthansa é bem intuitivo.

Com esta ferramenta, você consegue explorar as melhores opções de voos considerando um orçamento de viagem que você já tenha, e também o período com melhores preços de passagem.

Opção de procurar por destinos.

As tarifas na business diferenciam-se tão somente sob o ponto de vista de acúmulo de milhas e regras de cancelamento / remarcação, já que os serviços inclusos são sempre os mesmos.

Vale lembrar que para business não existe a cobrança de valor para escolha da poltrona.

Programa de milhagens

A Lufthansa tem seu próprio programa de milhas o Miles & More.

E, como dito acima, a Lufthansa faz parte da Star Alliance, o que permite o acúmulo das milhas voadas na empresa perante vários parceiros como United, TAP e muitas outras.

Por mais que, na data deste post, na exista nenhuma empresa brasileira (Gol, LATAM e Azul) na Star Alliance, a Lufthansa tem um acordo com a LATAM que possibilita você acumular pontos na LATAM voando Lufthansa.

Foi exatamente o que eu optei por fazer.

Em situações assim, e considerando que a ideia é acumular milhas nas empresas que você tem mais chance de voar no futuro ou que tenha voado recentemente.

Limite de bagagem na executiva da Lufthansa

Segundo as regras de bagagem vigentes na data deste post, voando business na Lufthansa, na rota Brasil – Europa, você pode despachar gratuitamente até 2 volumes de bagagem de até 32 kg cada.

E a como de bagagem de bordo você pode levar gratuitamente até 2 volumes de bagagem de mão de até 8 kg cada.

O limite de bagagem da Executiva Lufthansa é mais do que suficiente.

Como sempre, apenas fique atento se você for fazer alguma conexão interna na Europa, especialmente se for voar em outra empresa ou classe, quanto aos limites desta outra empresa / voo porque se eles forem menores, você poderá ter custos adicionais.

Check-in

Nos três voos realizados o check-in foi bastante atencioso e rápido, nem sequer fila existia, especialmente em Berlin onde fiz o check-in de volta.

E aqui um ponto que sempre destaco em alguns aeroportos. Como o hub é da Lufthansa, você pode fazer o check-in em qualquer um dos balcões, não precisa ser um específico.

Check-in da Lufthansa em Berlim.
Fila prioritária para embarque da Lufthansa em Berlim.

Vale, entretanto, utilizar-se do balcão exclusivo da classe executiva pela facilidade de dali já entrar numa fila prioritária para passar pelo controle de segurança e imigração.

E por falar em check-in, vale destacar o app da Lufthansa, um dos mais completos que já vi.

Além do óbvio, cartão de embarque, com ele você consegue acompanhar todos os eventos do seu voo num formato bem interessante e intuitivo de timeline.

Você consegue conferir o status da sua bagagem despachada, alterações de portão de embarque e muito mais sem precisar de apps de terceiros.

Lounge (Sala Vip) oferecido pela Lufthansa

No Aeroporto de São Paulo a Lufthansa oferece aos seus passageiros acesso ao Espaço Banco Safra que é uma daquelas salas vips que ocupam o mezanino do Terminal 3 do Aeroporto de Guarulhos.

Mesmo voando num horário relativamente concorrido, fiquei com a impressão que ela é bem menos lotada que as demais salas, como a da NOMAD, Visa, MasterCard ou C6.

Também achei o serviço bastante razoável.

Já em Berlim, a Lufthansa tem uma sala vip própria que na verdade se divide em duas, cada uma atendendo à uma classe, a Lufthansa Senator Lounge para primeira classe e o Business Lounge para executiva.

É uma sala de excelente tamanho e boa variedade de itens.

São servidos pratos quentes e frios, além de algumas boas opções de doces. Além disso uma boa variedade de bebidas, com destaque para vinhos e cervejas alemãs.

Interessante notar que a sala, mesmo no meio da tarde e com o aeroporto cheio, estava bem vazia. Prova de que sala vip lotada é coisa que só acontece mesmo no Brasil.

Infelizmente como a minha conexão em Frankfurt era bastante apertada, não tive tempo de visitar a sala vip da Lufthansa lá. Fica para a próxima!

No site da Lufthansa você confere a lista de salas vips em cada aeroporto que são acessíveis aos passageiros da primeira e da classe executiva.

Voo e experiência a bordo da executiva da Lufthansa

Antes de mais nada preciso te avisar de uma coisa: a classe executiva da Lufthansa tem passado aos poucos por um processo de modernização, especialmente das poltronas e etc.

É aquele tipo de coisa que as companhias aéreas começam a fazer aos poucos, priorizando as rotas mais rentáveis.

Claro que isso levará um tempo, mas é possível que quando você voe a experiência seja ainda melhor do que a que eu tive.

Classe executiva da Lufthansa.

Na rota São Paulo – Frankfurt, a Lufthansa opera com um Boeing 747-8. O Jumbão, como os amantes da aviação apelidaram esta icônica aeronave.

Boeing 747-8 da Lufthansa em Frankfurt.

Aliás a Lufthansa é uma das poucas empresas aéreas que ainda opera este modelo de aeronave. Aproveite enquanto é tempo, já que voar com 4 motores é algo que tem prazo de validade na aviação.

Para quem não sabe, antes da chegada do Airbus A380 esta era a maior aeronave de passageiros.

São ao todo 8 poltronas na primeira classe, 80 na executiva, 32 na premium economy, e 244 na econômica, totalizando incríveis 364 passageiros.

A Lufthansa é uma das poucas empresas que ainda voam com esta icônica aeronave.

Estamos falando de uma aeronave com 76m de comprimento, 68m de envergadura e quase 20m de altura que opera com 4 turbinas – algo bem raro nos dias atuais.

E ela também inaugurou algo que depois veio a ser aprimorado no A380, o conceito de double deck.

No caso dos modelos da série Boeing 747, diferentemente do A380, o deck superior existe apenas na parte anterior da aeronave. Dai aquela “corcova” tão típica deste modelo.

Imagina o impacto que foi em 1970 quando começaram a voar os primeiros “Jumbo-Jet” com uma escada dentro???

Stairway to heaven 😂

A classe executiva está dividida praticamente meio a meio entre os dois decks. No deck superior só tem executiva e a cabine do piloto. A disposição aqui é de corredor único e poltronas 2-2 porque a aeronave é mais estreita neste deck – aliás a curvatura fica clara perto da janela, repare como fiquei distante dela.

Deck superior

No deck inferior, indo da frente para trás, primeiro você tem as 8 poltronas de primeira classe e depois, a executiva com 3 fileiras de 2 poltronas, logo com um corredor duplo.

Deck inferior.

Na ida para Frankfurt, já que estava matando a saudades de voar num Boeing 747-8, aproveitei para voar no deck superior, algo que tive oportunidade de fazer uma outra única vez voando JAL.

Escolhi a poltrona 85A, justamente na janela, e no meio da executiva, para poder ficar mais longe dos banheiros e da escada evitando assim qualquer ruído. 

Deck superior da Executiva da Lufthansa.
Uma vantagens desta poltrona no deck superior, é mais longe da janela e ter o baú onde cabe uma mala de bordo extra.

Não tenho dúvida de que foi uma excelente escolha.

Vamos à poltrona e análise do conforto.

A poltrona é do tipo full-flat, ou seja, reclina para que você possa dormir na horizontal.

É bem verdade que alguém um pouco maior do que eu (1,83m) pode ter alguma dificuldade para se esticar por completo. Mas para você ter uma ideia, eu fiquei no limite do tamanho ideal.

A quantidade de opções de posições do encosto, assento e apoio para as pernas é bem grande, já que os controles são independentes e com boa sensibilidade para fácil ajuste.

Na poltrona você encontra além do travesseiro, duas cobertas (não sei para que tanto! 😂) e um pijama bem bonitinho.

Para a volta, optei pela poltrona 11A, uma das últimas da executiva no deck inferior, perto da escada para o deck superior. 

Claro que a configuração da poltrona em si era a mesma. Idêntico conforto e tal. Mas aqui não existe aquele “baú” lateral enorme que existe no deck superior.

Na volta, deck inferior.

Isso não fez lá muita falta, mesmo diante dos 3 volumes que eu carregava (mochila, sacola e capa do terno). Porém se você estiver carregando volumes maiores, tipo duas malas de bordo rígidas, aí talvez a poltrona no deck superior seja uma melhor escolha.

Não dá para falar de classe executiva sem falar de amenities kit.

Eu gostei muito do kit oferecido pela Lufthansa.

Na ida deram uma bolsa térmica da Porsche Design com itens de higiene da L’Occitane com uma pegada bem ecológica, já que tudo ali dentro era biodegradável.

Kit da Porsche Design me conquistou!!!

E na volta uma bolsa dobrável com o mesmo kit de higiene, super útil para você ter na mochila, especialmente para as comprinhas de viagem! 

Durante o voo é oferecido, porém não gratuitamente, WI-FI. O custo era de €15 para 2hs e €25 para o voo inteiro.

Já na rota Berlim – Frankfurt, a Lufthansa opera um Airbus A321-100 configurado, mesmo na classe executiva, no esquema 3-3. Ou seja, a mesma configuração que normalmente se usa na classe econômica.

Optei pela poltrona 8A, na ultima fileira da classe executiva.

Confesso que, se não fosse pela refeição e limite de bagagem (idêntico ao voo anterior), poderia jurar que era classe econômica.

Falo isso por conta da distância entre as poltronas. Arrisco dizer que é a mesma que a GOL ou LATAM usa na ponte aérea Rio-São Paulo. Kkkk

O lado positivo foi o fato de que serviram um jantar bastante saboroso.

A diferença foi mesmo a refeição, que não é comum para um voo de pouco mais de 1h.

Refeições da executiva da Lufthansa

Para os trechos São Paulo-Frankfurt-São Paulo, a Lufthansa serve duas refeições, jantar e café da manhã, sempre com duas opções como comento abaixo.

Foram ofertadas três opções de entrada, e acabei escolhendo filé de salmão poché em cubos com vinagrete cítrico, funcho refogado e tomatinhos. Foi servida também uma salada com tomate seco e aspargos.

Entrada de salmão.

Como prato principal, novamente três opções, das quais escolhi paleta de cordeiro refogada com molho de hortelã, cuscuz marroquino com legumes, vinagrete cítrico, pimentão vermelho e brócolis com alho frito. Delicioso. 

Cordeiro como prato principal.

Sobremesa? Também três opções. Escolhi tortinha de maçã com nozes-pecã e creme mousseline.

E sobremesa.

Já na volta, como adoro salmão, escolhi de entrada filé de salmão defumado, com templo Molé, creme de maçã e manjericão, couve-rábano marinada e picles de rabanete.

Entrada deliciosa.

Como prato principal escolhi novamente peixe, mas desta vez bacalhau com molho de vinho branco e bacon com batatas rústicas fritas.

Bacalhau de prato principal.

De sobremesa bolo de chocolate e avelãs com calda de mirtilo e framboesa e creme de amêndoas.

E para arrematar sobremesa.

Tudo isso acompanhado por uma carta de vinhos bem interessante e boas opções de cervejas e outras bebidas.

Horas antes da chegada, tanto em Frankfurt quanto em São Paulo, é servido o café da manhã, também em duas opções, uma quente e outra fria.

Voando para Frankfurt, escolhi para o café da manhã a opção quente contendo uma fritada, batatas assadas, frutas picadas, manteiga, geleia e pão, além de suco e café com leite.

Café da manhã do voo São Paulo – Frankfurt.

Na volta resolvi experimentar a opção fria que era composta por uma porção de queijos variados, iogurte com granola, e croissant. Perfeito! 

Café da manhã servido na rota Frankfurt – São Paulo.

Já para o trecho Berlin-Frankfurt como comentei acima, no horário do meu voo (final de tarde/começo da noite) foi servido um jantar com prato quente.

Sistema de entretenimento

Acho que de toda a experiência voando na executiva da Lufthansa, a úncia coisa que acho que deixou a desejar foi o sistema de entretenimento a bordo do Boeing 747-8.

As opções até que são bem razoáveis e atualizadas e você pode conferir aqui as opções de filmes na época da sua viagem.

O problema é a resolução da tela que por ser relativamente antiga deixa bastante a desejar, não só pela qualidade da imagem como excesso de reflexo.

Espero que com a atualização da cabine isso melhore bastante.

O ponto positivo fica por conta dos fones de ouvido com noise-canceling, essenciais para dormir.

Atendimento e pontualidade

O atendimento da Lufthansa, tanto no check-in quanto a bordo me deixou uma excelente impressão de eficiência (alemão, né!) e cordialidade.

Sobre os comissários tenho um apontamento a fazer.

Especialmente na rota São Paulo – Frankfurt, os comissários eram todos mais experientes, provavelmente acima dos 50 anos.

Eles “entopem” a gente de chocolate 😍

Eu tenho uma percepção muito positiva a respeito de comissários mais experientes. Vide voos com a American Airlines, onde os comissários salvam a experiência de viagem.

Nada contra os mais jovens não, mas as melhores experiências a bordo que tenho tido nos últimos anos são de empresas que misturam jovens e a turma mais experiente.

Não sei se é uma questão de experiência mesmo ou de paciência adicional com os passageiros, mas repare aí como eles são acima da média!

Tive um pequeno atraso num dos voos, mas foi pouca coisa, uns 15 minutos que foram facilmente compensados ao longo da viagem.

Faço apenas um comentário a título de alerta sobre algo que não cabe à Lufthansa, mas sim à administração do Aeroporto Internacional de Frankfurt: a demora na restituição da bagagem despachada.

Gente do céu, fiquei nada menos do que 1 hora. Sim, exatos 60 minutos esperando a bagagem na esteira.

Prepare-se para ficar uns bons minutos aguardando sua bagagem nos aeroportos da Alemanha.

E olha que era prioritária.

Depois conversando com alguns alemães, fiquei sabendo que este problema é recorrente nos aeroportos alemães nos últimos anos. Eles tiveram uma enorme baixa de trabalhadores e o sistema meio que nunca se recompôs.

Então se você tiver uma conexão não direta, onde seja preciso coletar e re-despachar a bagagem, ou ainda, pegar uma conexão de trem (o que foi o meu caso), recomendo atenção.

Coloque um tempo adicional ou simplesmente não reserve o trem antecipadamente. Deixe para comprar na chegada ao aeroporto nos quiosques existentes na estação mesmo.

Outro ponto que ao meu ver também não cabe à Lufthansa, mas sim à administração do aeroporto foi o fato de que o embarque em Frankfurt foi feito remotamente, ou seja, sem o finger, usando ônibus. Imagina embarcar mais de 300 pessoas usando ônibus…

Daqui de baixo é que se nota o real tamanho de um Jumbão!

E você já voou na classe executiva da Lufthansa? Como foi? Deixe seu comentário abaixo.

Diogo Avila

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Diogo Avila
Tags: avião

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