29 de agosto de 2012

Dicas da NOVA ZELÂNDIA (II): De Christchurch à Queenstown


Dia de “pé na estrada”, e que estrada!!!


Depois de muito pensar e estudar, e considerar o tempo disponível, o nosso roteiro pela Nova Zelândia acabou sendo o seguinte:

ü      1º dia = chegada em Christchurch e pernoite no hotel próximo ao aeroporto;
ü      2º dia = viagem Christchurch-Queenstown;
ü      3º dia = Queenstown;
ü      4º dia = Passeio para Milford Sound;
ü      5º dia = viagem Queenstown-Christchurch; pernoite no hotel e embarque na manhã seguinte.

Como de praxe, no mapa abaixo constam as cidades visitadas, principais atrações e principalmente as rotas de carro.


Visualizar Cumbicão - Nova Zelândia em um mapa maior


Certa vez ouvi que em alguns casos a melhor parte de viajar é o caminho até o destino final. Sempre achei esta frase meio clichê. Porém no caso desta viagem à Nova Zelândia, isto acabou sendo uma doce verdade.
Embora o nosso destino final fosse Queenstown, os horários dos vôos para lá não se encaixavam na nossa programação. Tivemos então que seguir de Sydney para Christchurch e dali pegar um carro para Queenstown.
Apesar de ser evidentemente mais rápido ir de avião, quem opta por este meio acaba perdendo uma das melhores coisas que se tem na Nova Zelândia, a possibilidade de percorrer a Ilha Sul de carro curtindo paisagem singular.
Não vou falar que foi uma viagem fácil até Queenstown, pois dirigir mais de 500km numa tacada só, num carro alugado, em estradas desconhecidas, e pior, com a mão de direção e volante ao contrário não foi piece of cake (moleza) como eles dizem lá.
Por conta da colonização inglesa, os kiwis não só andam na mão de direção inversa à qual estamos acostumados, como também o volante do carro está à esquerda.


"Keep Left"! Just to remember Dude

Confesso que os primeiros minutos são complicados, e mesmo após acostumar - se é que dá para acostumar com uma coisa destas em tão pouco tempo – você ainda se vê abrindo a porta do passageiro por engano ou simplesmente ligando o limpador de pára-brisas ao invés de dar seta.
E para complicar um pouco mais, o espertalhão aqui resolveu pegar um carro manual, ou seja, as marchas eram trocadas com a mão esquerda.
Dirigir distâncias tão longas nesta situação é um verdadeiro teste de concentração, pois a receita é ter muita atenção em tempo integral e sempre seguir os referenciais, sejam placas, sejam os outros carros.
Até que o meu saldo não foi nada ruim... Errei a mão apenas duas vezes: logo que peguei o carro e sai de madrugada do estacionamento do aeroporto para o hotel; e num trecho de estrada após me distrair com uma parada para avistar uma paisagem daquelas estonteantes.
Optei por pegar um carro compacto, no caso um Holden Barina, de fabricação australiana. Carrinho bem pequeno, mas completo: vidro, ABS, direção hidráulica e tudo mais.
Holden Barina: pequeno, mas valente nos 1.300km rodados.

Cadê o porta-malas??? O banco traseiro teve que virar extensão.
Incrivelmente econômico. Rodei aproximadamente 1.300km em 3 dias e gastei apenas NZD 211 (uns R$ 345,00) – infelizmente não marquei o consumo em litros, mas notei que não só pela qualidade da gasolina, mas também do carro, foi bem econômico.
Depois de muito pesquisar, optei por fechar o aluguel com a HERTZ. O serviço foi excelente e sem complicação. Aliás tão simples que no início fiquei um tanto quanto receoso se daria tudo certo.
O custo total foi de NDZ 569 (uns R$ 930,00), considerando o gasto com combustível e diárias de locação e taxas (NZD 358 ou R$ 587,00).
É ... mas e os pedágios??? Hahã, na Nova Zelândia não existem pedágios. Passei a viagem inteira procurando um, rodei mais de 1.300km e não vi nenhum. Fiquei na dúvida se é assim só na Ilha Sul ou se é no país inteiro.
Uma olhadela no retrovisor pode render belas vistas.
Claro que também não existem radares fotográficos. Para que? Todo mundo respeita as regras. Evidente que se um policial te pegar em alta velocidade ou você causar um acidente por conta disto estará lascado. E muito lascado! Portanto não abuse.
Ademais as estradas da região não foram feitas para altas velocidades. Basta notar que destes km rodados, nenhum foi em auto-pista. Tudo estrada de pista de mão dupla, no melhor estilo, vai um vem outro. E olha que mesmo sendo assim, vi dezenas de treminhões enormes e outras carretas passando – mas todo mundo se respeita, é claro.
Curvas e mais curvas. Reforce o remédio para enjoo.
Mas também tem algumas belas retas. Hora de apreciar a paisagem.
Portanto esqueça aquele conceito de várias faixas das Highways, Autobahn ou até mesmo de algumas boas estradas brasileiras (poucas é verdade!).
Como se não bastasse isto, as estradas são cheias de curvas para todos os lados, algumas delas são pra lá de fechadas. Lembro bem de ver curvas cuja indicação de velocidade recomendada era de 20km e até 15km. Dá para imaginar?
Hahã, para não falarem que é estória de pescador... Me senti fazendo aquela curva fechada de Mônaco.
Algumas de tão fechadas, tinham no piso uma espécie de ranhura, como aquele grooving das pistas de avião. Tudo para você literalmente não decolar. Fiquei imaginando aquilo cheio de neve.
Aliás este é um alerta. Dirigir no verão da Nova Zelândia até que é tranqüilo, mas no inverno não deve ser nada fácil. Portanto considere usar ou não um carro diante desta dificuldade extra.
Para quem pretender fazer a viagem de Christchurch à Queenstown, valem algumas dicas:

a) Programe muito bem o trajeto e se tiver tempo, faça um pernoite em algum lugar. Existem algumas cidades no trajeto com pousadas charmosas. Como eu tinha apenas um dia para percorrer o trecho, sofri um pouco com o cansaço. Vinha de um vôo 3 horas que chegou no começo da madrugada e acordamos cedo para pegar a estrada.

b) Tanto a estrada de Christchurch à Queenstown como todas as demais, você encontrará muito pouco movimento. Portanto mantenha sempre o tanque cheio, pois os postos de gasolina são extremamente escassos. E tenha sempre uma boa quantidade de água e petiscos para beliscar durante a viagem. Você não encontrará muitos lugares à beira da estrada para comprar absolutamente nada, e comer ajuda a espantar o sono.
Nos postos, o sistema é self-service.
Os restaurantes de beira de estrada são raros, mas são bonitos.
d) Embora não tenha ficado claro se a locadora iria ou não aceitar a CNH brasileira, pois já apresentei logo de cara a Permissão Internacional para Dirigir (PID), antes de viajar li que eles costumam criar problemas no caso de não apresentação de PID. Evite problemas, faça sua PID antes de viajar.

e) GPS não é essencial, mas salva a pele em várias situações. Os mapas são bastante claros e as estradas bem sinalizadas, mas depois que você se acostuma a ser guiado, a coisa muda bastante.

Embora não tenha tido condições de utilizar, pois eles exigem uma quantidade mínima de dias para aluguel, a forma mais comum de se locomover pela Nova Zelândia e se hospedar são as Camper-vans. Aliás o que mais se vê rodando pelas estradas são estes veículos que nada mais são que pequenos motor-homes
As mais simples não tem banheiro nem cozinha e são praticamente vans cujos bancos traseiros e porta malas transformam-se em camas. Particularmente achei esta opção um tanto quanto “rústica” demais.
Algumas típicas Camper-vans

Já os modelos intermediários já têm camas, sanitários/chuveiros; e cozinha. É praticamente uma casa sobre rodas. 
Para uma família pequena e com poucas malas, e com um pouco de espírito aventureiro, acho que pode ser uma excelente pedida, afinal você não só economiza com o hotel, como também escolhe quando e onde pernoitar. 
Fiquei imaginando como deve ser acordar e tomar café olhando estas paisagens, ou admirar o céu estrelado num jantar...
Segue aqui uma lista de empresas que trabalham com este tipo de veículo: MauiTui CampersKEAAuto Rentals; e Britz.
Mas voltando ao nosso roteiro.... como vocês puderam perceber, paramos em Christchurch apenas para um pernoite na vinda e outro na volta.
Então não vale a pena visitar Christchurch? Bem, eu cheguei a fazer um resumo das atrações da cidade, mas como sabia que a viagem iria ser longa e com vários pontos de parada mais interessantes ao meu gosto, decidi deixar de lado. Do que li a respeito, acredito que uma breve visita de meio período já dê para ter uma noção da cidade.
Apenas a título de informação: Christchurch que é a segunda maior cidade da Nova Zelândia e a maior da Ilha Sul com 376.700 habitantes, ficou em evidência por conta de um terremoto de 6,3 na Escala Richter que causou a morte de 159 pessoas e várias centenas de desaparecidos em 22 de fevereiro de 2011.
Apesar de ter andado mais pela região do aeroporto, pelo que li à época, muitas áreas da cidade ainda estavam devastadas um ano após o fato.
Como efetivamente não posso dizer que visitei Christchurch, deixarei de postar as dicas da cidade. Quem se interessar pelo destino, me manda um e-mail que devolvo com o resumo do que li a respeito da cidade.
Àqueles que precisarem de um hotel no estilo BBB (bom, bonito e barato) e pertíssimo do aeroporto (uns 3 ou 4km), indico de olhos fechados o Airport Christchurch Motel – vide review aqui.
Hoje revendo as fotos da viagem para fazer os posts, relembrei o aviso de um colega de trabalho: “Você vai querer parar toda hora para bater fotos”. Fato, uma viagem de carro que no GPS seria de 5 horas, acaba virando uma odisséia de mais de 7 horas por conta das inúmeras paradas para apreciar paisagens estonteantes.
Então, se por acaso o GPS lhe informar um tempo x para a viagem, adicione vários outros minutos ao itinerário porque certamente você irá querer parar para admirar a paisagem e tirar inúmeras fotos. Convenhamos, tem como não parar? Tenha sua máquina sempre à mão.
Já tendo visitado alguns lugares bem montanhosos, nunca vi nada comparado à Ilha Sul da Nova Zelândia. Para onde você olhar, verá uma montanha. Algumas gigantescas!
Isto se explica pelo fato dela ter apenas 200km de largura e ser cortada praticamente em toda a sua extensão por uma cadeia de montanhas cujo ponto mais alto é o Mount Cook (Aoraki) com 3.754 metros.

Mount Cook visto do Lake Pukaki.
Apenas para dar uma idéia, existem ao todo dezoito picos com mais de 3.000 metros de altura!!! E a cadeia de montanhas se estende por aproximadamente 540km, ocupando quase toda a extensão da ilha sul. Isto faz com que existam apenas 3 pontos de passagem de um lado para o outro: Lewis Pass; Arthur Pass e Haast Pass, nos quais foram construídas ferrovias e rodovias.
E a tendência é de aumento das montanhas, pois a cada ano, a terra eleva-se 11 mm por conta do movimento das placas tectônicas da região, o que resulta em terremotos.
Interessante que entre Christchurch e Queenstown, existem poucas cidades, e a maioria delas não são mais que vilarejos. Daqueles do tipo, se acelerar muito você nem vê passar.
Uma típica cidadezinha na rota Christchurch-Queenstown.

As cidades são tão pequenas que a maioria das casas ficam na beira da estrada.
A maior delas, Wanaka, acabei deixando para visitar na volta para Christchurch.
Além das montanhas, o grande atrativo da rota Christchurch – Queenstown são os lagos.
A pouco mais de 230km de Christchurch, o Lake Tekapo é o melhor lugar para um pitstop. Hora de descansar as pernas, comer algo e curtir a paisagem.
Primeira parada!
O Lake Tekapo, com uma superfície de nada menos que 87km² e profundidade média de 69m (máxima de 120m!!!) é um daqueles lagos cuja coloração azul, confunde-se com o azul do céu.
Lake Tekapo
Alimentado pelo Godley River, suas águas vêm direto dos Alpes, o que explica o fato das suas águas serem tão límpidas.
Aliás, em dias sem ventos, é um excelente lugar para fazer aquelas fotos de montanhas refletidas. E não pense você que dá para dar um mergulho...eu mesmo fiquei morrendo de vontade, mas logo que coloquei a mão na água, pude perceber que mesmo no verão, suas águas são tão frias quanto da geladeira de casa. Uma pena!
Pela transparência da água dá para notar como é limpa!
No detalhe, uma das pilhas de pedras que as pessoas fazem lá. Dizem que é para dar sorte.
Claro que fizemos a nossa!!!
Aproveite para dar visitar a pequena Church of the Good Shepherd, construída em pedra às margens do Lake Tekapo em 1935, tem um dos altares mais simples e belos que já vi. Acho que a foto fala por si mesma....


Precisa de algo mais???

Church of Good Shepherd

A poucos metros dali você achará a Tekapo Village, um lugarejo com pouco mais de 300 habitantes com lojas e restaurantes. Abasteça o carro e o estômago, e pé na estrada!!!
Seguindo viagem, uns 60km ao sul, fica o Lake Pukaki, o melhor lugar na costa leste para avistar o Mount Cook.
Mount Cook e o Lake Pukaki

É também o maior lago da região, com 178km². Alimentado pelo Tasman River, é um pouco menos profundo que o Lake Tekapo, com 40m na média e 70m de profundidade máxima.


Lake Pukaki
Antes de ir, li algumas piadas que a Nova Zelândia tem mais ovelhas – eles são grandes exportadores de lã – do que pessoas. E não é que é verdade? Mesmo sem ter os dados de quantas ovelhas existem no país (será que alguém com insônia já contou?), fiquei com a certeza que a população de 4.268.000 habitantes é facilmente superada pela quantidade dos simpáticos animais.
Estes turistas...Parecem que nunca viram ovelha!

Para onde você olhar nas estradas verá um “ovelharal” sem fim! Rsss Elas estão nas camisetas, chaveiros, souvenires, em todo lugar. Precisando de um souvenir para crianças? Adivinha... Ovelhas! De brinquedo é claro. Nós mesmos compramos umas três.
Aliás se tem algo que chama muito a atenção de quem dirige pelas estradas da Ilha Sul é a falta de gente. Você pode passar horas, sim eu disse horas, sem cruzar com um único carro em plena luz do dia, ou sem ver alguém nos pastos e beiras de estrada.
Mas as simpáticas ovelhas estarão lá para ver você passar. Não... elas não dão informações aos turistas nem sabem o caminho do seu hotel!!!
Quinhentos kilometros depois, cheguei em Queenstown literalmente quebrado de tanto dirigir, mas com os olhos saciados pela belíssima paisagem da Nova Zelândia.
Ufa!!!

Um breve passeio a pé para esticar as pernas e fazer um primeiro reconhecimento da cidade; e cama, afinal o dia seguinte prometia ser cheio de adrenalina na capital dos esportes radicais.

Booking.com

16 comentários :

  1. Olá Diogo! Tudo bem? Estou indo agora em fevereiro p/a Nova Zelândia e passarei exatamente 1/2 dia em Christchurch, justamente o tempo necessário para se conhecer um pouco da cidade que vc comentou em seu post. Por gentileza, poderia me enviar o roteiro que preparou p/a cidade? Muito obrigada! Abraço! Roberta

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    1. Roberta, Boa tarde!
      Putz, que saudades da NZ!!!
      Me manda um e-mail em cumbicao@gmail.com que lhe devolvo com as anotações de viagem.
      Divirta-se e se quiser retorne para contar um pouco sobre Christchuch. O hotel mencionado é excelente, recomendo de olhos fechados.

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  2. pois entao Diogo, estou na Australia a 2 anos e volto para o brazil em outubro, to pensando em fazer um stop pela NZ tipo uns 10 dias, gastando o minimo possivel claro. as dicas e sugestoes que vc poder me dar, serao MUITO bem recebidas... abraco, mauricio (mauricio.rhoden@gmail.com)

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    1. Maurício,
      A NZ é um dos lugares mais fantásticos em que já estive. Você, estando ai do lado deve aproveitar sim para fazer um pit stop lá. Talvez com um foco maior na ilha sul que é mais típica e diferente daquilo que você já viu na Austrália.
      Você já tem uma grande vantagem que é conhecer os custos da Austrália. Comparando os dois eu achei a Austrália muito mais cada que a NZ.
      Dê uma olhada nos nossos posts a respeito.
      Qualquer dúvida mais pontual é só falar que o que estiver dentro do alcance te ajudo.
      Abraço.

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  3. Diogo boa noite
    tem como me encaminhar o roteiro que vc fez para Christchurch ficarei agradecido.
    e vou ir em Mt Cook , Glaciares Fox e o Franz Joseph. Você acha que compensa visitar os três.

    tem como me encaminhar algum roteiro que vc fez para esses trÊs no email janilson.guarise@gmail.com ficarei agradecido tbm.

    agradeço a atenção

    Janilson Pereira Guariz

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    1. Janilson,
      Não fui até o monte Cook, me contentei em vê-lo a partir do Lake Takapo. Na época até considerei chegar mais perto, mas como tinha horário para chegar em Queenstown e o caminho até o monte parecia tortuoso demais, desisti.
      No Fox Glacier não tem muita coisa além da geleira. A cidade, ou melhor, vilarejo, serve apenas como um ponto de apoio para a atração principal. Um programa bacana é o hiking pela geleira. Sugiro contratar uma das empresas mencionadas no post "De Queenstonw à Christchurch".
      Embora não tenha visitado as geleiras no Franz Joseph, neste mesmo post deixei algumas dicas a respeito, confira lá.
      Abraço e boa viagem!

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  4. Diogo, agradecemos tuas dicas.
    Vamos pra NZ entre Marco e Abril de 2015 e a unica
    coisa certa e a passagem aerea SP/AUCK/SP...
    Estamos no estudo do roteiro terrestre.
    Vc visitou Nelson?
    Agradecemos as dicas
    Luiz e Luiza Ribeiro

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    1. Oi Luiz,
      Obrigado.
      Não visitei não.
      O que tem de bom lá?

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  5. OLá, Diogo!! Tudo bem? Eu sou a Nathália e estou planejando uma viajando a Austrália/NZ com meu marido dos dias 22 de nov a 19 de dez. Reservamos aproximadamente 10 dias para a NZ e queria saber de ti o seguinte:
    Podemos tb descer em Christchurch e fazer esse roteiro de carro até Queenstown como você fez. No entanto, eu vi que vc aproveitou para traçar esse plano em função de não ter voo direto para Queenstown. Neste caso, como temos essa opção também, te pergunto: o que você acosenselharia: fazer esse trajeto de carro mesmo de Christchurch (passando por quais lugares, levando em conta que temos 10 dias?) ou ir direto para Queenstown e de lá fazer os passeios nos arredores de carro, considerando os mesmo 10 dias. Qual sua sugestão??
    Muito obrigada!!

    Um abraço e parabéns pelo blog!!

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    1. Oi Nathália!
      Olha se você rodar pelos arredores, principalmente Wanaka e Fox Glacier, poderá ver a maior parte das coisas interessantes desta viagem de carro.
      Mas com tantos dias eu iria de carro e faria a viagem com pernoites nas cidades ou em algumas das cidades que menciono no mapa do post, que são as mais interessantes. Assim você curte a viagem de carro, conhece pequenos vilarejos e curte a paisagem sem correria.
      Obrigado!
      Se quiser não deixe de curtir a nossa página no Facebook e siga-nos no Instagram para saber quando saem os próximos posts.
      Abraço e faça uma excelente viagem!!!

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  6. Oi, Diogo!! Obrigada pela resposta rápida!! Posso te enviar o roteiro que a agência programou para a gente para tu me dar uma opinião? Está abaixo. EU te pergunto pq estou em dúvida, como ainda não conheço tão bem a região...fico sem saber se mudo algo, se faço esse trajeto de ida e volta que sugeriste ou se sigo esse trajeto que a agência programou (não sei se vê tanto quanto e é menos cansativo, enfim). Se tu puder me dar um pitaco, vou gostar muito. Eu estou estudando os lugares para entender melhor, mas como quero decidir logo das passagens para não ficar tão caro, acabei recorrendo a ti... rsrs, pq, pelo que vi, entendes bem e pode me dar uma opinião mais concreta.

    08/12: Hobart/ Melbourne/ Queenstown
    Dirigir até o aeroporto, devolução do carro e embarque para Queenstown com conexão em Melbourne. Chegada ao aeroporto e retirada do carro tipo Toyota Camry, Hyundai i45 ou similar. Apresentação no hotel escolhido e acomodação por 2 noites.

    - Acomodação categoria primeira superior: Hotel St Moritz em quarto tipo One Bedroom Alpine Suite ou similar

    09/12: Queenstown
    Dia livre para aproveitar a cidade à sua maneira.

    À noite, apresentação por conta na Skyline Gondola para jantar tipo buffet internacional com uma incrível vista da cidade a seus pés.

    10/12: Queenstown / Te Anau (171 km)
    Dirija o curto e magnífico caminho de Queenstown à Te Anau onde verá lagos e picos nevados que formam soberbas paisagens. Acomodação por 1 noite no hotel escolhido. No início da noite, embarque em um passeio de pouco mais de duas horas atravessando o Lake Te Anau em um catamarã com destino a uma caverna onde participará de um tour guiado. O ponto alto é o passeio de barco dentro da caverna, onde, ao olhar para cima, é possível ver as larvas luminosas, que dão a impressão de estar sob um céu estrelado.

    - Acomodação categoria primeira: Distinction Te Anau Hotel & Villas em quarto tipo Superior Room ou similar

    11/12: Te Anau / Milford Sound / Queenstown (400 km)
    Pela manhã, dirija até Milford Sound para passeio de um dia inteiro ao Estreito de Milford passando pelo Parque Nacional de Fiordland ao longo do Lago Wakatipo. No Vale de Cleddau, tempo para um minicruzeiro, onde é possível observar paredes encapadas de granitos, o majestoso Pico Mitre, Cataratas Bowen, golfinhos (com sorte), leões marinhos, etc.
    Ao final do cruzeiro, retorno à Queenstown de carro. Chegada e acomodação por 1 noite no hotel escolhido.

    - Acomodação categoria primeira superior: Hotel St Moritz em quarto tipo Guest Room ou similar

    12/12: Queenstown/ Wanaka
    Dirigir até a cidade de Wanaka e acomodação por 1 noite. Inclui café da manhã.

    - Acomodação categoria primeira superior: Tin Tub Luxury Lodge em quarto tipo Peak View Room

    13/12: Wanaka/ Monte Cook
    Dirigir até a região de Monte Cook e acomodação por 1 noite no hotel de sua escolha.

    - Acomodação categoria turística: The Hermitage Hotel em quarto tipo Standard Room (Mount Cook View)

    14/12: Monte Cook/ Lake Tekapo
    Dirigir até a região de Lake Tekapo e acomodação por 1 noite.

    - Acomodação categoria primeira superior: Peppers Buewater Resort em quarto tipo Hotel Room

    15/12: Lake Tekapo/ Christchurch – aéreo
    Dirigir até Christchurch e acomodação por 1 noite.

    - Acomodação categoria primeira: Novotel Christchurch em quarto tipo superior ou similar

    16/12: Christchurch/Auckland
    Dirigir até o aeroporto de Christchurch, devolução do carro e embarque para Auckland, chegada e traslado privativo até o hotel e acomodação por 2 noites.

    - Acomodação categoria primeira: Rydges Auckland Hotel em quarto tipo superior ou similar

    17/12: Auckland
    Dia Livre. Opcional: Visita a Ilha de Waiheke Island.

    18/12: Auckland/ Frankfurt (vamos passar o Natal lá com a família)
    Traslado privativo e embarque para o seu próximo destino, fim dois nossos serviços.

    Obrigada!!
    Um abraço

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    1. Olha, seu roteiro é bem bacana.
      Tem os principais pontos. Só me preocupa algumas paradas como por exemplo Te Anau porque a cidade não tem nada de mais e para ver Milford Sound dá para fazer um bate-e-volta bem tranquilo a partir de Queenstown - vide dicas nos posts da série.
      Wanaka dá para ver bem num bate-e-volta ou no caminho para Queenstown.
      Se você curte esportes radicais, sugiro ter uns 2 ou 3 dias inteiros em Queenstown porque tem muita coisa boa para fazer lá.
      Minha sugestão? Acho que você aproveitaria mais indo direto para Queenstown, ficando mais dias lá e estabelecendo a cidade como base para Milford Sound e Wanaka; faria um pernoite nos arredores do Monte Cook/Tekapo e voltaria para Christchurch para pernoite e partida. O que sobrar de tempo, gastaria em Queenstown.
      Para dicas de Auckland, visite o MauOscar que mora lá e tem um excelente blog com muita coisa da ilha norte e NZ em geral.
      Espero ter ajudado!

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  7. Olá, Diogo!! Puxa, obrigada pela tua atenção e conselhos!! Pensei exatamente nisso quando fui me inteirando melhor dos locais, lendo seus posts e outros blogs. Já havia tirado a noite em Te Anau, para ficar mais tempo em Queenstown. Agora vou refazer essas pernoites no meio do caminho para Christchurch também. Obrigada pela dica valiosíssima.
    Em Auckland ficaríamos só um dia e 2 noites para conhecer a cidade e partir. Achas que vale a pena ficar um dia em Auckland? Ou passar esse dia para ilha sul também? Vou ver sobre programação em Auckland nos posts do MauOscar. Obrigada!

    Abraço,
    Nathália

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    1. Fico devendo... infelizmente não conheço Auckland!

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  8. Ola Diogo,
    Estou programando a trip pra Nova Zelandia por 15 dias.
    Qual roteiro voce me sugere? Quantos dias é o suficiente na ilha norte?
    E na travessia das ilhas, faria de balsa ou aviao?
    Quais as cidades principais para dormir?
    aguardo o seu retorno, obrigada!

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    1. Oi,
      Não fiz a Ilha Norte, então não tenho como lhe dar dicas de lá.
      Mas vamos deixar o comentário para que algum leitor que tenha viajado para lá possa te ajudar.
      Abraço.

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