Malas

Como evitar o golpe da cesariana: SealBag

Já tivemos oportunidade de falar um pouco a respeito de arrumar as malas e dos possíveis perrengues que envolvem este “pedaço” de casa, maior ou menor, que todos nós levamos em nossos passeios por ai.

Goste você ou não de fazer e carregar bagagem numa viagem, o fato é que enquanto não se acertam aqueles 6 números mágicos da loteria, nós invariavelmente teremos que levar nossos pertences nas viagens. Digo isto porque meu sonho de consumo é não precisar carregar bagagem, ou ao menos, reduzi-la a um item de mão com aquilo que realmente é de estimação, sem sofrer as consequências desagradáveis de não ter o que vestir quando chegar no destino.

Um dia chego lá!

Enfim, atualmente temos basicamente no mercado dois tipos de malas, as rígidas (que podem ter fecho ou zíper) e as não-rígidas (normalmente de tecido e com zíper).

Como quase sempre viajei usando malas rígidas, pouco me preocupei com o chamado golpe da cesariana quando ele passou a ser noticiado.

Este golpe, como vocês verão no vídeo abaixo, consiste em abrir uma mala de zíper e com cadeado, utilizando tão somente uma caneta ou algo parecido.

Mesmo alguém como eu, sem qualquer habilidade para tanto, consegue abrir a mala inteira e simplesmente fechá-la novamente sem que se perceba; afinal o cadeado ainda está lá, intacto.

Nesta situação você só irá descobrir o que aconteceu, quando por exemplo, chegar em casa ou no hotel e for abrir a mala, dando então falta de algum bem de valor.

Numa mala de zíper, normalmente você não tem onde ancorar.
E prender dois conjuntos num cadeado só não impede que o conjunto todo “ande”.

Mas como evitar este tipo de golpe?

A forma mais eficiente de evitar isto é ancorar / travar o zíper em algum ponto da mala. Ainda que algumas malas tenham uma alça própria para tanto, a maioria das malas não têm onde fixar o conjunto zíper/cadeado, o que o deixa livre para correr pela extensão da mala.

Ainda que no passado, nas poucas vezes que usei uma mala de zíper tenha feito uso do chamado “enforca gato”, reconheço que é algo extremamente frágil e que pode ser facilmente reposto por quem pretenda arrombar a mala.

Talvez até mesmo por conta das dicas anteriormente publicadas, recebi dias atrás a proposta de uma empresa chamada SealBag para testar o sistema deles. Trata-se de um lacre que deverá estar no mercado a partir de janeiro próximo.

A proposta deles consiste num lacre numerado composto por um dispositivo de segurança e um fio de nylon de alta resistência que, uma vez presos ao zíper e ancorados numa alça, impedem que o zíper corra de um lado para o outro.

Travado, o conjunto não anda.

Ou seja, para violar a mala, o meliante não tem como encobrir os vestígios do furto (lado advogado On!) pois terá que romper o lacre.

Isto também é útil para os casos de abertura lícita da mala por terceiros, como quando sua bagagem é aberta pela TSA nos voos de-para os EUA para fins de vistoria de segurança.

Eu mesmo já coleciono três cartinhas deles!!!

Por mais que você utilize os cadeados aprovados por eles, ou seja, aqueles são abertos com uma chave, você só consegue saber se eles abriram a sua mala para vistoria ao chegar em casa ou no hotel.

Com um lacre, você já fica sabendo ali na esteira, se a sua mala foi vistoriada e tem a oportunidade de ver/reclamar se tiver algo faltando. Lembrando sempre que, regra geral, uma vez que você sai com a bagagem da área das esteiras, não cabe mais reclamação!

Os lacres são têm um número de série, mas o nome foi uma cortesia.

Analisando o produto como um todo, considero que ele é de fato bastante útil para quem faz uso de malas com zíper e pretende prevenir ou ao menos ter a ciência de que a mala foi violada já no momento do desembarque e ali reclamar o que de direito.

A previsão é que os lacres estejam disponíveis para compra direto no site da SealBag. O preço estimado é de R$ 40 por 10 unidades.

E aí? Já teve as suas malas violadas num voo ou num hotel?

Deixe seu relato na caixa de comentários.

Obs: Este é um publipost. Ou seja, que fui convidado pela empresa para testar  os produtos ou serviços oferecidos. Porém de acordo com a política de parcerias deste blog, jamais faríamos publicidade de algo que não obteve resultado satisfatório nos testes efetuados.

Diogo Avila

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